Plano Viário Metropolitano

Consiste no levantamento e identificação de vias que apresentam um caráter metropolitano, ou seja , aquelas que extrapolam a utilização por apenas um município, servindo como meio de passagem para deslocamentos dentro da região. O PVM alem de identificar as vias metropolitanas, propõe critérios de qualidade do pavimento, sinalização vertical e horizontal, bem como estabelece um sistema de gestão para as vias que suplanta a esfera de administração municipal, no intuito de se oferecer ao usuário rapidez, uniformidade, qualidade e segurança, que nem sempre são oferecidas apela via de caráter municipal. O PVM é um estudo planejado de proposições que seguem uma seqüência lógica de implantação.

Aplicação

Este plano serve para identificar as vias metropolitanas, propor as intervenções, dispondo-as de forma cronológica em etapas de curto, médio e longo prazos, detalhando-as em escala compatível em plantas, mapas e esquemas. Também estabelece as diretrizes básicas de gestão por parte dos entes envolvidos – CONDESB, AGEM, MUNICÍPIOS e STM.

Os grandes picos de temporada geralmente causam inúmeros problemas de deslocamentos para turistas e para a população local, devido ao fato de não haver opções claras de vias para deslocamento, nem tampouco, uma sistemática de sinalização e operação destas vias, de forma a dar mais rapidez e segurança aos usuários. Os municípios também têm problemas quando são seccionados por estradas, uma vez que estas acabam por caracterizar-se como vias de deslocamento urbano (a gestão e operação das estradas são totalmente diferentes das vias urbanas). O PVM possibilita uma integração da administração e da gestão das estradas e vias urbanas de caráter metropolitano, de forma a se evitar conflitos que se traduzem em prejuízo tanto para usuários locais quanto para turistas. 


PVM